Esta não é exatamente uma receita inédita na minha cozinha.
Já tentei outras vezes, mas posso dizer que desta vez ela finalmente deu certo e foi a melhor experiência de todas as vezes em que a fiz. Esse é o grande desafio: testar a receita até que ela fique bem parecida com a original.
O molho de macarrão da vó Raphaela é aquele molho de tomates que nenhuma caixinha, latinha ou sachê substitui!
Dá um trabalho danado! Relutei anos antes de fazer, com medo do peso da responsabilidade, rss!
Todos os domingos, D. Raphaela (minha avó materna, da qual muitos acham que herdei meu "gênio" briguento) fazia o molho de tomates frescos para a macarronada. Com o passar dos anos, principalmente depois que ela faleceu, quem assumiu o posto do molho dos domingos foi a Tia Marilda, a "boleira/doceira" da família. Aliás, ela também faz um molho excelente...
A grande questão é a mão de obra do molho. Não é exatamente uma RECEITA, mas um RITUAL:
Lavar os tomates. Abrir e tirar as sementes. Cozinhar os tomates. Passar na peneira. Refogar carne e temperos e enfim, cozinhar e apurar o molho por horas... Affe! Tão mais fácil abrir uma latinha de Pomarola!
Sempre disse que não faria molho assim de jeito nenhum. Mas a pressão do pessoal foi grande! Muitos dizem que como "sucessora natural" da Tia Marilda na cozinha, deveria me aventurar com o molho. Afinal, a massa é incumbência do João, meu primo. Então, tá. Desafio aceito.
Acho até que o problema não é o processo em si, mas sim fazer tudo isso com a quantidade de tomates necessária! Para um almoço em que toda a família se reuniu ( umas 15 pessoas...) cheguei a usar cerca de 8 kg de tomates! Se não, rende pouco e/ou fica aguado...
Lógico que a "tradição" do molho é bem facilitada hoje em dia... Até passo o tomate cozido pela peneira, mas antes bato tudo no liquidificador ou no mixer. Ajuda muito e o resultado é o mesmo.
Bom, meu projeto continua atrasado em 1 receita...fim de ano é fogo!
Mas já tenho duas receitas agendadas para o próximo fds e uma galera do barulho pra experimentar!
Até a próxima!
15 de nov. de 2010
4 de nov. de 2010
Julie, Julia & Renata #2 - 03/11/2010 - Docinho de Leite
A semana passada foi tão corrida e agitada, ainda teve o feriadão, nem deu pra fazer a prometida receita (Lembram? Deveria ser 1 por semana...)
Na terça feira, dia 3, enfim, fui pra cozinha testar uma receita que provavelmente será usada no niver da Bebé. Vamos ver no que deu? Em vermelho, minhas observações sobre a receita, ok?
A receita do "Docinho de Leite" saiu da revista Nestlé e Você, que sempre tem receitinhas muito legais!
Ingredientes:
-1 lata de Doce de Leite Cremoso Moça
-1 colher de sopa de manteiga
-1 pacote de coco queimado ralado
Considerações de Renata, rsss:
Acredito que algumas considerações possam ser feitas.
A receita é simples e fácil, é como fazer brigadeiro, sem segredos...
Numa próxima vez, eu também acrescentaria o coco queimado na panela, assim como faço com o coco ralado no beijinho. Assim, acho que o sabor do coco ficaria mais acentuado. Hummm...
Outra coisa, não sei se é culpa da marca do coco que usei, ou se todo coco ralado queimado fica assim mesmo, mas achei que ele poderia ser mais macio...esse era meio crocantezinho. Talvez, devesse tentar queimar o coco ralado em casa... Alô, culinaristas! Alguém sabe se dá pé fazer isso?
O docinho ficou uma delícia!
Mais uma vez, as "cobaias" foram Alê, Célia e Kenji. Não, o Culi não comeu dessa vez, mas em respeito a sua privacidade não vou contar aqui o motivo dele não provar, rsss Lucas e Rebeca "não gostam de coco, nhem, nhem, nhem..."
PROMETO que nesta semana ainda farei outra receita, pra tirar o atraso da semana passada.
E podem deixar, convidarei outras cobaias, também de vez em quando, hehe!
Hum, tô pensando também em mandar esse link pra revista da Nestlé....quem sabe não fico famosa, kkkkk
Até a próxima!
Na terça feira, dia 3, enfim, fui pra cozinha testar uma receita que provavelmente será usada no niver da Bebé. Vamos ver no que deu? Em vermelho, minhas observações sobre a receita, ok?
A receita do "Docinho de Leite" saiu da revista Nestlé e Você, que sempre tem receitinhas muito legais!
Ingredientes:
-1 lata de Doce de Leite Cremoso Moça
-1 colher de sopa de manteiga
-1 pacote de coco queimado ralado
Em uma panela (LÓGICO!) misture o doce de leite com a manteiga e leve ao fogo por cerca de 8 minutos (Vai por mim, entre 10 e 12 minutos...), mexendo sempre, até desgrudar do fundo da panela. Retire do fogo, passe para um prato untado com (POUCA!) manteiga e deixe esfriar.
DICA: Leve a geladeira por um tempinho, senão, mesmo depois de esfriar, o ponto fica muito mole para enrolar...É, descobri isso na marra...
Enrole em bolinhas e passe pelo coco queimado. Coloque em forminhas de papel e sirva.Considerações de Renata, rsss:
Acredito que algumas considerações possam ser feitas.
A receita é simples e fácil, é como fazer brigadeiro, sem segredos...
Numa próxima vez, eu também acrescentaria o coco queimado na panela, assim como faço com o coco ralado no beijinho. Assim, acho que o sabor do coco ficaria mais acentuado. Hummm...
Outra coisa, não sei se é culpa da marca do coco que usei, ou se todo coco ralado queimado fica assim mesmo, mas achei que ele poderia ser mais macio...esse era meio crocantezinho. Talvez, devesse tentar queimar o coco ralado em casa... Alô, culinaristas! Alguém sabe se dá pé fazer isso?
O docinho ficou uma delícia!
Mais uma vez, as "cobaias" foram Alê, Célia e Kenji. Não, o Culi não comeu dessa vez, mas em respeito a sua privacidade não vou contar aqui o motivo dele não provar, rsss Lucas e Rebeca "não gostam de coco, nhem, nhem, nhem..."
PROMETO que nesta semana ainda farei outra receita, pra tirar o atraso da semana passada.
E podem deixar, convidarei outras cobaias, também de vez em quando, hehe!
Hum, tô pensando também em mandar esse link pra revista da Nestlé....quem sabe não fico famosa, kkkkk
Até a próxima!
24 de out. de 2010
Julie, Julia & Renata #1 - 23/10/10 - Pasteizinhos da Vó Celuta
Vó Celuta faleceu em 2003, logo depois do Carnaval, pouco antes que eu ficasse grávida da Rebeca.
Mineira de Uberlândia, sempre fazia pra nós seus pasteizinhos, pão de queijo, risoles, esfihas, empadas, "popó", kibes, docinho de abacaxi...Hummmm! Lembro e fico com água na boca...
Faziam sucesso nos finais de semana, nas nossas festinhas...As vizinhas do prédio, qdo eu era solteira, adoravam ir lá em casa e achar os quitutes da vó Celuta. Nas festinhas, todos sabiam que ela faria tudo. Ontem eu pensava: "Meu Deus! Como é que ela conseguia? " Porque gente, ela fazia salgadinhos demais nos nossos aniversários! E de diversos tipos!
Quando comecei a me interessar pela cozinha, até fui algumas vezes na casa dela para assistir e aprender a fazer suas receitas. Porque receita de vó é assim, não adianta ter a receita escrita, tem sempre algum macete secreto, rsss
Bom, ontem, resolvi que iniciaria esta projeto aqui com uma receita dela que todo mundo que provou tem saudade: o pastelzinho de carne.
Vejam onde me meti:
"1 gema de ovo
1 colher de sopa de óleo
1 copo de água morna
1 colherzinha de sal
farinha de trigo suficiente para amassar"
Eu ADORO receita assim!
COLHERZINHA - de café? de chá? Resolvi que devia ser de café.
COPO DE ÁGUA - de requeijão? americano? qual? resolvi pegar um de 200ml, sei lá...
A melhor parte: FARINHA SUFICIENTE PARA AMASSAR !!!!
Alguém, além da vó, sabe quanta farinha é isso?
Bom, resolvi que talvez 1 receita fosse pouco... dobrei a gema, a água, o sal e o óleo. Porque a farinha continuaria uma incógnita!
Fui amassando colocando água, resolvi colocar mais 1 gema (já eram 3...), mais óleo, mais sal...e mais farinha. Um pouco mais de farinha...e mais um tiquinho, porque ainda estava grudando na mão. E nessas usei 1 KG de farinha! Então achei que ia ficar muito seca, dura, coloquei mais água, rsss
pronto. Preciso de mais farinha.
"ALÊ, SOCORRO!!!! Vai comprar mais farinha, agora, já!"
Então resolvi que apenas usaria a farinha pra desgrudar as mãos, pedindo que Dona Celuta, de onde estivesse, me iluminasse, mas ela não mandou nenhum sinal,rsss Uma bela hora o ponto pareceu que deu certo.
Hora de abrir a massa. Lembrei que ela enfarinhava a pia, pra não grudar. Mas aí a massa ficava escorregando e fiz uma força danada pra abrir com o rolo. "Santa Celuta, me acode!"
Hora de fazer os pastéis. Tentei 3 bocas de copos diferentes, nenhuma tinha o diâmetro do pastel da minha vó. Enfim, fiquei com o maior, mais fácil pra rechear.
Fiz o recheio de carne moída, que ficou todo empelotado - ANOTEM: não comprar carne móida no Pão de Açúcar, ela sempre EMPELOTA. Mas pelo menos estava gostoso.
Lembrei que adorava pastel de queijo da vó e então cometi o sacrilégio de rechear alguns com queijo prato ralado. Sacrilégio, sim. Porque a vó até fazia o pastel de queijo, mas contra a vontade, porque eu e meu irmão pedíamos, ela não gostava, achava que o pastel tinha que ser de carne.
Os amigos começaram a chegar. Culi (João 2, segundo o porteiro do meu prédio), Célia e Kenji, contando as aventuras do casal e seu carro, das viagens recentes. Célia entrou na dança e pegou a pia pra lavar a louça, enquanto comecei a fritar os pastéis.
Comentei sobre a pimenta do recheio. Mandei ver na pimenta do reino e nem senti o gosto. Minha avó dizia: "este pastel não tem pimenta, é das crianças". Quando ela dizia isso, tenham certeza de que tinha pimenta do reino. Não tinha era da malagueta, que ela punha, junto com azeitonas, no pastel dos adultos, rsss
João 2 chegou ( esse meu porteiro, acha que é íntimo da família, já...) com Alessandra e assumiu o posto da caipirinha de morango, deliciosa por sinal. O Alê é o rei da caipirinha, mas só a de limão, ok?
Pastéis fritos, vamos comer. Por um incrível milagre, meus filhos adoraram! Isso já me faz feliz!
Todos gostaram. João 1 deu a dica de abrir mais , pra massa ficar mais fina, mas o problema acho que foi o excesso de farinha, hehe...
Eu, particularmente, achei que ficou pouquinho de nada parecido com o da vó. Ficou bom, ok, mas o meu desafio pessoal era ficar igual ao dela. Não ficou. Só deu mais saudade...
Meu irmão e a mina cunhada chegaram depois, não tinha sobrado nem unzinho sequer pra contar a história...Não tinha cahamado porque eles nun ca vêem qdo eu chamao. Da próxima chamarei.
Cozinhando e aprendendo...Um dia quem sabe...
Pensarei agora na próxima receita, Acho que não será da vó dessa vez...
Mineira de Uberlândia, sempre fazia pra nós seus pasteizinhos, pão de queijo, risoles, esfihas, empadas, "popó", kibes, docinho de abacaxi...Hummmm! Lembro e fico com água na boca...
Faziam sucesso nos finais de semana, nas nossas festinhas...As vizinhas do prédio, qdo eu era solteira, adoravam ir lá em casa e achar os quitutes da vó Celuta. Nas festinhas, todos sabiam que ela faria tudo. Ontem eu pensava: "Meu Deus! Como é que ela conseguia? " Porque gente, ela fazia salgadinhos demais nos nossos aniversários! E de diversos tipos!
Quando comecei a me interessar pela cozinha, até fui algumas vezes na casa dela para assistir e aprender a fazer suas receitas. Porque receita de vó é assim, não adianta ter a receita escrita, tem sempre algum macete secreto, rsss
Bom, ontem, resolvi que iniciaria esta projeto aqui com uma receita dela que todo mundo que provou tem saudade: o pastelzinho de carne.
Vejam onde me meti:
"1 gema de ovo
1 colher de sopa de óleo
1 copo de água morna
1 colherzinha de sal
farinha de trigo suficiente para amassar"
Eu ADORO receita assim!
COLHERZINHA - de café? de chá? Resolvi que devia ser de café.
COPO DE ÁGUA - de requeijão? americano? qual? resolvi pegar um de 200ml, sei lá...
A melhor parte: FARINHA SUFICIENTE PARA AMASSAR !!!!
Alguém, além da vó, sabe quanta farinha é isso?
Bom, resolvi que talvez 1 receita fosse pouco... dobrei a gema, a água, o sal e o óleo. Porque a farinha continuaria uma incógnita!
Fui amassando colocando água, resolvi colocar mais 1 gema (já eram 3...), mais óleo, mais sal...e mais farinha. Um pouco mais de farinha...e mais um tiquinho, porque ainda estava grudando na mão. E nessas usei 1 KG de farinha! Então achei que ia ficar muito seca, dura, coloquei mais água, rsss
pronto. Preciso de mais farinha.
"ALÊ, SOCORRO!!!! Vai comprar mais farinha, agora, já!"
Então resolvi que apenas usaria a farinha pra desgrudar as mãos, pedindo que Dona Celuta, de onde estivesse, me iluminasse, mas ela não mandou nenhum sinal,rsss Uma bela hora o ponto pareceu que deu certo.
Hora de abrir a massa. Lembrei que ela enfarinhava a pia, pra não grudar. Mas aí a massa ficava escorregando e fiz uma força danada pra abrir com o rolo. "Santa Celuta, me acode!"
Hora de fazer os pastéis. Tentei 3 bocas de copos diferentes, nenhuma tinha o diâmetro do pastel da minha vó. Enfim, fiquei com o maior, mais fácil pra rechear.
Fiz o recheio de carne moída, que ficou todo empelotado - ANOTEM: não comprar carne móida no Pão de Açúcar, ela sempre EMPELOTA. Mas pelo menos estava gostoso.
Lembrei que adorava pastel de queijo da vó e então cometi o sacrilégio de rechear alguns com queijo prato ralado. Sacrilégio, sim. Porque a vó até fazia o pastel de queijo, mas contra a vontade, porque eu e meu irmão pedíamos, ela não gostava, achava que o pastel tinha que ser de carne.
Os amigos começaram a chegar. Culi (João 2, segundo o porteiro do meu prédio), Célia e Kenji, contando as aventuras do casal e seu carro, das viagens recentes. Célia entrou na dança e pegou a pia pra lavar a louça, enquanto comecei a fritar os pastéis.
Comentei sobre a pimenta do recheio. Mandei ver na pimenta do reino e nem senti o gosto. Minha avó dizia: "este pastel não tem pimenta, é das crianças". Quando ela dizia isso, tenham certeza de que tinha pimenta do reino. Não tinha era da malagueta, que ela punha, junto com azeitonas, no pastel dos adultos, rsss
João 2 chegou ( esse meu porteiro, acha que é íntimo da família, já...) com Alessandra e assumiu o posto da caipirinha de morango, deliciosa por sinal. O Alê é o rei da caipirinha, mas só a de limão, ok?
Pastéis fritos, vamos comer. Por um incrível milagre, meus filhos adoraram! Isso já me faz feliz!
Todos gostaram. João 1 deu a dica de abrir mais , pra massa ficar mais fina, mas o problema acho que foi o excesso de farinha, hehe...
Eu, particularmente, achei que ficou pouquinho de nada parecido com o da vó. Ficou bom, ok, mas o meu desafio pessoal era ficar igual ao dela. Não ficou. Só deu mais saudade...
Meu irmão e a mina cunhada chegaram depois, não tinha sobrado nem unzinho sequer pra contar a história...Não tinha cahamado porque eles nun ca vêem qdo eu chamao. Da próxima chamarei.
Cozinhando e aprendendo...Um dia quem sabe...
Pensarei agora na próxima receita, Acho que não será da vó dessa vez...
Projeto Julie, Julia & Renata
Assisti há pouco tempo o filme Julie & Julia. Adorei!
Adorei a história, a idéia do blog da Julie, a idéia do curos da Julia, as receitas (ok, nem todas...), as interpretações, enfim...tudo!
Lógico, agora quero ler o livro que deu origem ao filme - novidade, né?
Mas desde que assisti, a idéia de fazer algo parecido com o que Julie fez me persegue. Não quero estragar pra quem não assistiu, mas basicamente, é o seguinte: cansada de sua vida profissional tediosa, estressada por mudar de casa para um bairro meia boca, Julie se desafia a experimentar todas as 524 receitas do livro de culinária francesa de Julia, em um ano, relatando a experiência num blog.
Creio que tenho alguns pré requisitos que tornam o desafio não tão absurdo assim: adoro cozinhar, principalmente experimentar receitas novas. tenho um blog no qual adoro escrever e que as pessoas dizem que gostam de ler. Porque não?
Farei algumas adaptações...
Não farei receitas de um livro específico de um autor-culinarista. meu desafio será as receitas de família que nunca fiz (ou as que fiz e ainda não acertei....), receitas que pego em sites, livros e revistas e ficam lá, amarelando dentro do meu fichário.
Quem vai experimentar - no filme, a própria Julie, além do marido e seus amigos-cobaias. Aqui, os cobaias serão a minha família ( se algo acontecer a eles vcs já sabem o que foi, rsss) e meus amigos, que estão sempre aqui em casa.
Quantidade de receitas e prazo: Julie se dispôs a fazer 524 receitas em 1 ano. Não sou tão louca assim... digamos que, prometo, em 1 ano, fazer pelo menos 1 receita nova por semana. gente, a vida por qaui é corrida, demais....me resta os finais de semana e eventualmente algum diazinho em que esteja disposta a me aventurar... Então, inicialmente, o desafio será executar aproximadamente 52 receitas em 1 ano.
Início: ONTEM, rssss
Ontem, 23 de outubro de 2010, fiz a primeira experiência e resolvi que é viável, basta oficializar ( o que estou fazendo aqui, neste momento!)
No próximo post, relato a primeira experiência.
Bom apetite!
Adorei a história, a idéia do blog da Julie, a idéia do curos da Julia, as receitas (ok, nem todas...), as interpretações, enfim...tudo!
Lógico, agora quero ler o livro que deu origem ao filme - novidade, né?
Mas desde que assisti, a idéia de fazer algo parecido com o que Julie fez me persegue. Não quero estragar pra quem não assistiu, mas basicamente, é o seguinte: cansada de sua vida profissional tediosa, estressada por mudar de casa para um bairro meia boca, Julie se desafia a experimentar todas as 524 receitas do livro de culinária francesa de Julia, em um ano, relatando a experiência num blog.
Creio que tenho alguns pré requisitos que tornam o desafio não tão absurdo assim: adoro cozinhar, principalmente experimentar receitas novas. tenho um blog no qual adoro escrever e que as pessoas dizem que gostam de ler. Porque não?
Farei algumas adaptações...
Não farei receitas de um livro específico de um autor-culinarista. meu desafio será as receitas de família que nunca fiz (ou as que fiz e ainda não acertei....), receitas que pego em sites, livros e revistas e ficam lá, amarelando dentro do meu fichário.
Quem vai experimentar - no filme, a própria Julie, além do marido e seus amigos-cobaias. Aqui, os cobaias serão a minha família ( se algo acontecer a eles vcs já sabem o que foi, rsss) e meus amigos, que estão sempre aqui em casa.
Quantidade de receitas e prazo: Julie se dispôs a fazer 524 receitas em 1 ano. Não sou tão louca assim... digamos que, prometo, em 1 ano, fazer pelo menos 1 receita nova por semana. gente, a vida por qaui é corrida, demais....me resta os finais de semana e eventualmente algum diazinho em que esteja disposta a me aventurar... Então, inicialmente, o desafio será executar aproximadamente 52 receitas em 1 ano.
Início: ONTEM, rssss
Ontem, 23 de outubro de 2010, fiz a primeira experiência e resolvi que é viável, basta oficializar ( o que estou fazendo aqui, neste momento!)
No próximo post, relato a primeira experiência.
Bom apetite!
11 de set. de 2010
Orquídeas, brigadeiros, livros, sertralina, twitter e etc...
Puxa, minha vida tá parecendo o título daquele álbum dos Titãs: "Tudo ao mesmo tempo agora".
Minhas 24 horas andam de língua de fora, pedindo mais umas 8 horinhas pra dar uma mãozinha. Sim, só 8, pq dizem que é dessa quantidade de horas de sono que precisamos. Então, acho que cairia bem.
No meio de tamanha balbúrdia e tanto corre-corre no meu dia-a- dia, mal sobra tempo pra escrever.
Santo Twitter que me salva todo dia, pra desembuchar um pouco das minhas vontades, paranóias, pensamentos, alegrias e tristezas! Com um android na mão então....Santa tecnologia!!!!
Tenho temas inúmeros na minha cabeça pra escrever aqui!
Mais orquídeas, mais livros, meu amado brigadeiro, a Natura (prós e contras...), o adeus à sertralina, o tão ensaiado adeus ao porkut...Amigos, família, amores e desafetos...
Aí, chego aqui, nem sei por onde começar. Vem tudo num turbilhão e me lembro das aulas de Metodologia no Magistério, fazendo um "brainstorming"...
E True Blood terminando de novo...desde que inventaram esse negócio de "temporadas", me sinto meio abandonada pelas séries qdo elas acabam. Fringe, cadê vc? Até hj não me conformo com o fim de Friends e de Mad About You (Essa era the best, e não tem em dvd!)
Procuro links pra baixar músicas e as leis de direitos autorais me atrapalham! Links quebrados ou cadastro do número do celular me fazem desistir...culpa da santa tecnologia lá de cima....Droga de tecnologia!
Minhas orquídeas me deixaram felizes nessa semana, sem necessidade de nenhuma tecnologia. Tenho duas floridas em casa (phalaenopsis e LCInger) mais duas promessas de flores em breve ( da chuva de ouro e da Vanda, my dear Vanda!!!)
E hoje, finalmente, vimos o decorado do Summer- um ano depois de comprar! Lindo, tem lugar pra todas as minhas orquídeas na varanda!!! E mais algumas que virão,lógico...
PAUSA: Alessandro entra na sala e fala comigo sobre diversos assuntos diferentes e perco o fio da meada por aqui...Será a falta de sertralina? Ou depois de 3 anos ela acabou com alguns de meus neurônios?
Aliás, falando em antidepressivo, encontrei um remédio melhor que ela pra ansiedade. É "O Livro Do Brigadeiro" . Olho para a capa dele e me satisfaço, nem preciso comer o verdadeiro. Aliás, será que o docinho da autora é tão gostoso quanto o que EUZINHA faço? O meu é o the best brigadeiro que já comi! Sorry, tia Marilda!
Interessante é saber que abri o laptop pra trabalhar: tenho uma venda especial de Natura nessa semana e deveria estar catalogando os produtos, atualizando meu estoque, bolando promoções... essa Natura me deu taaaaanta dor de cabeça nos últimos dias! Agora, tudo azul, vermelho, verde, cobre, pérola...UNA vem aí! E será que vou vender Chronos suficiente pra navegar num transatlântico na convenção deste ano? Voar de balão já voei, passo esse prêmio. Rafting tenho medo. Prefiro o navio, mas dispenso o show do Roberto Carlos, ok?
Se pudesse levar mãe, tia, junto comigo, elas assistiriam o show no meu lugar, enquanto eu ficaria olhando as estrelas...Ah, que saudade do tempo que eu conhecia as estrelas pela sua "carinha"...sabia quais eram as constelações que estariam visíveis no céu em determinada época do ano...Coisas de quem trabalhava na Escola Semente e viajava pra Ouro Preto, e ouvia as histórias da Cris, e ficava de madrugada com a criançada no observatório da Escola de Minas e... chorava ouvindo a voz do filho no telefone. Tempos que não voltam mais...
Tempos aqueles em que as famílias viviam em harmonia. Sem separações conturbadas, sem brigas de irmãos, sem crianças preocupadas com doenças graves...
Tempos em que eu conhecia muito menos gente pq não existia Orkut. Tempo em que eu vivia em paz sem gente bipolar me azucrinando, kkkk. Por isso tenho pensado cada vez mais em sair do porkut. Mas não sei se aguentaria a síndrome de abstinência, que talvez seja pior do que ficar sem sertralina.
Cansei desse negócio de me esconder atrás de antidepressivos. Trinta-e-tantos quilos depois, é hora me ver como eu sou, sem orkut, sem sertralina.
Ufa! Cansei. Perdi o fôlego de escrever tudo-ao-mesmo-tempo-agora. Mas se não fosse assim, não ia rolar.
E ia ficar tudo "entalado". Sabemos que desde que operei, entalar não é bom. Tudo tem que ser posto para fora.
That´s it!
Minhas 24 horas andam de língua de fora, pedindo mais umas 8 horinhas pra dar uma mãozinha. Sim, só 8, pq dizem que é dessa quantidade de horas de sono que precisamos. Então, acho que cairia bem.
No meio de tamanha balbúrdia e tanto corre-corre no meu dia-a- dia, mal sobra tempo pra escrever.
Santo Twitter que me salva todo dia, pra desembuchar um pouco das minhas vontades, paranóias, pensamentos, alegrias e tristezas! Com um android na mão então....Santa tecnologia!!!!
Tenho temas inúmeros na minha cabeça pra escrever aqui!
Mais orquídeas, mais livros, meu amado brigadeiro, a Natura (prós e contras...), o adeus à sertralina, o tão ensaiado adeus ao porkut...Amigos, família, amores e desafetos...
Aí, chego aqui, nem sei por onde começar. Vem tudo num turbilhão e me lembro das aulas de Metodologia no Magistério, fazendo um "brainstorming"...
E True Blood terminando de novo...desde que inventaram esse negócio de "temporadas", me sinto meio abandonada pelas séries qdo elas acabam. Fringe, cadê vc? Até hj não me conformo com o fim de Friends e de Mad About You (Essa era the best, e não tem em dvd!)
Procuro links pra baixar músicas e as leis de direitos autorais me atrapalham! Links quebrados ou cadastro do número do celular me fazem desistir...culpa da santa tecnologia lá de cima....Droga de tecnologia!
Minhas orquídeas me deixaram felizes nessa semana, sem necessidade de nenhuma tecnologia. Tenho duas floridas em casa (phalaenopsis e LCInger) mais duas promessas de flores em breve ( da chuva de ouro e da Vanda, my dear Vanda!!!)
E hoje, finalmente, vimos o decorado do Summer- um ano depois de comprar! Lindo, tem lugar pra todas as minhas orquídeas na varanda!!! E mais algumas que virão,lógico...
PAUSA: Alessandro entra na sala e fala comigo sobre diversos assuntos diferentes e perco o fio da meada por aqui...Será a falta de sertralina? Ou depois de 3 anos ela acabou com alguns de meus neurônios?
Aliás, falando em antidepressivo, encontrei um remédio melhor que ela pra ansiedade. É "O Livro Do Brigadeiro" . Olho para a capa dele e me satisfaço, nem preciso comer o verdadeiro. Aliás, será que o docinho da autora é tão gostoso quanto o que EUZINHA faço? O meu é o the best brigadeiro que já comi! Sorry, tia Marilda!
Interessante é saber que abri o laptop pra trabalhar: tenho uma venda especial de Natura nessa semana e deveria estar catalogando os produtos, atualizando meu estoque, bolando promoções... essa Natura me deu taaaaanta dor de cabeça nos últimos dias! Agora, tudo azul, vermelho, verde, cobre, pérola...UNA vem aí! E será que vou vender Chronos suficiente pra navegar num transatlântico na convenção deste ano? Voar de balão já voei, passo esse prêmio. Rafting tenho medo. Prefiro o navio, mas dispenso o show do Roberto Carlos, ok?
Se pudesse levar mãe, tia, junto comigo, elas assistiriam o show no meu lugar, enquanto eu ficaria olhando as estrelas...Ah, que saudade do tempo que eu conhecia as estrelas pela sua "carinha"...sabia quais eram as constelações que estariam visíveis no céu em determinada época do ano...Coisas de quem trabalhava na Escola Semente e viajava pra Ouro Preto, e ouvia as histórias da Cris, e ficava de madrugada com a criançada no observatório da Escola de Minas e... chorava ouvindo a voz do filho no telefone. Tempos que não voltam mais...
Tempos aqueles em que as famílias viviam em harmonia. Sem separações conturbadas, sem brigas de irmãos, sem crianças preocupadas com doenças graves...
Tempos em que eu conhecia muito menos gente pq não existia Orkut. Tempo em que eu vivia em paz sem gente bipolar me azucrinando, kkkk. Por isso tenho pensado cada vez mais em sair do porkut. Mas não sei se aguentaria a síndrome de abstinência, que talvez seja pior do que ficar sem sertralina.
Cansei desse negócio de me esconder atrás de antidepressivos. Trinta-e-tantos quilos depois, é hora me ver como eu sou, sem orkut, sem sertralina.
Ufa! Cansei. Perdi o fôlego de escrever tudo-ao-mesmo-tempo-agora. Mas se não fosse assim, não ia rolar.
E ia ficar tudo "entalado". Sabemos que desde que operei, entalar não é bom. Tudo tem que ser posto para fora.
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